Filtrar Notícias


Cientistas do Vietnã desenvolvem linhagens de arroz tolerantes à seca

    Os genes que codificam os fatores de transcrição DREB1A de outras plantas, incluindo Arabidopsis, milho, canola, cevada, arroz, tomate e trigo foram clonados, e muitos estudos comprovaram a expressão de DREB1A, aumentando a tolerância à seca em plantas transgênicas. Em um estudo anterior, o gene MtOsDREB1A foi isolado e o gene OsDREB1A foi transformado com sucesso na variedade de arroz Chanh Trui.

    Os resultados, publicados no Journal of Agriculture and Rural Development, demonstraram que as quatro linhagens das plantas transgênicas mantiveram o transgene até a geração T3. Após três semanas de seca ou sem abastecimento de água, as linhas de arroz transgênico mostraram a capacidade de se recuperar. Os resultados dos testes de expressão evidenciaram que OsDREB1A e alguns genes indicadores tolerantes à seca em plantas transgênicas aumentaram a expressão sob condições de seca. Os resultados do estudo deixam claro que o aumento da expressão de OsDREB1A está correlacionado à expressão aumentada de genes de controle e à tolerância à seca relacionada com as linhas transgênicas.
 

Tipo: #focobiotecnologia Publicado em 17/05/2019

Como as plantas de milho formam suas espigas?

 

    Esta pergunta foi respondida por uma equipe de cientistas da Universidade de Missouri, liderada pela geneticista de milho Paula McSteen através de seu estudo que ajudou a identificar o gene específico vital para a formação das espigas no milho. Os resultados de sua pesquisa foram publicados na Molecular Plant.

    A equipe descobriu que o gene conhecido como estéril haste 2 (ba2) tem um impacto sobre o desenvolvimento de meristemas axilares, que são células especiais que dão origem às espigas. Para identificar os genes necessários para produzir as espigas, os pesquisadores procuraram por plantas que não pudessem fazer o órgão adequadamente. Eles descobriram que plantas com mutações em ba2 nunca produzem a espiga, daí seu nome. As plantas mutantes não possuem sulcos onde as espigas se formam, o que implica que o gene funcione precocemente, antes que o broto de espiga se forme. Em seguida, o mutante ba2 foi descoberto em uma grande tela genética para plantas de milho incapazes de cultivar espigas, e o gene foi identificado através de mapeamento molecular.

    Testes adicionais mostraram ainda que ba2 está ligado a outros genes que regulam ba1. Juntos, esses resultados mostram que a ba2 está no mesmo caminho de sinalização molecular que ba1 e os dois genes trabalham juntos para regular o desenvolvimento da espiga.

 

Tipo: #focobiotecnologia Publicado em 16/05/2019

Decodificado o genoma do trigo duro

    Pesquisadores compostos por mais de 60 cientistas de sete países publicaram os resultados de seu estudo detalhando a sequência do genoma do trigo duro. Ao comparar o trigo duro com seu parente silvestre, os pesquisadores puderam examinar a ordem e a estrutura de seus genes. Eles foram então capazes de identificar rapidamente quais genes são responsáveis ​​pelas diferentes características desejáveis ​​específicas da planta. De acordo com um dos cientistas, identificar as codificações de DNA do gene é fundamental para a evolução e melhoramento do trigo duro, pois se tronou possível entender qual combinação de genes está conduzindo uma codificação específica que precisa ser focada e mantida durante a reprodução. Eles também foram capazes de descobrir e mapear áreas de perda de diversidade genética que resultaram na recuperação de genes benéficos perdidos durante  séculos de reprodução. 
    Investigações posteriores também permitiram aos pesquisadores localizar o gene responsável pelo acúmulo de cádmio. Eles então descobriram como reduzir significativamente os níveis de cádmio no grão para garantir a seguridade e valor nutricional do trigo com base nos padrões da Organização Mundial da Saúde. 
    O trigo duro é usado principalmente como matéria-prima para a produção de macarrão e cuscuz, e é um dos alimentos básicos da população atual. A demanda por trigo duro mais seguro e de melhor qualidade vem aumentando ao longo dos anos. O significado do estudo permite que futuros cientistas explorem a genética do trigo duro, as proteínas relacionadas ao glúten e os fatores que controlam suas propriedades nutricionais.

Tipo: #focobiotecnologia Publicado em 16/05/2019

TMG

    Acaba de tomar posse como diretor comercial da empresa Tropical Melhoramento & Genética (TMG) o engenheiro agrônomo Maurício Garcia. Com mais de 20 anos de experiência no mercado nas culturas de soja, milho e algodão e com licenciamento de traits, Maurício fica à frente da interlocução entre a TMG e a sua rede de licenciados de sementes em todo o Brasil. A disputa comercial por maior fatia de mercado requer estrutura adequada das empresas e profissionais capacitados.

 

Tipo: #linhaverde Publicado em 30/04/2019

Análise de Sementes

    O Brasil possui dois laboratórios de análise de sementes (o da empresa Matsuda e o outro do MAPA) credenciados junto à ISTA para emissão do certificado laranja de análise de sementes, que serve de referência no comércio internacional. Neste sentido, com o objetivo de também se credenciar no futuro para emitir o certificado laranja, acaba de se filiar à ISTA o laboratório da Aprosmat. Uma excelente notícia, pois a demanda por serviços qualificados na análise de sementes está aumentando, principalmente nas exportações de sementes de forrageiras tropicais. A Aprosmat recebe, para análise, mais de 20.000 lotes de sementes por ano.

Tipo: #linhaverde Publicado em 26/04/2019

Licenciamento

    Vinicius Faião, líder do negócio de soja da empresa Bayer para o Brasil, em recente contato com a SEEDnews, mostrou-se otimista com a demanda dos produtores pelas sementes da soja INTACTA 2 XTEND, cuja estimativa de comercialização é para 2021/22. Faião salienta que a escolha dos licenciados segue um protocolo, constando área de atuação, estrutura comercial, aproveitamento de sementes, entre outros itens. A profissionalização do produtor de sementes é essencial para alcançar boa participação de mercado.

Tipo: #linhaverde Publicado em 25/04/2019

Maratona sementeira

    A empresa Petrovina Sementes realizou uma maratona sementeira por diversas cidades de Mato Grosso, promovendo o uso de sementes de alta qualidade e práticas agronômicas para aumentar a produtividade da soja. Para isso, colaboraram os doutores João Pascoalino e Silmar Teichert Peske. O estado cultiva praticamente 11 milhões de ha de soja por ano, com uma taxa de utilização de sementes de 80%, significando que qualquer aumento de produtividade terá um grande efeito. A Petrovina Sementes coloca no mercado as sementes Prime com no mínimo 95% de germinação e qualidade assegurada por controle externo. Foto: Carlos Augustin sócio proprietario da empresa.

Tipo: #linhaverde Publicado em 25/04/2019

Tratamento de sementes

    Antônio A. de Mattos, industrial pioneiro na fabricação de máquinas para tratamento de sementes, com sua marca Grazmec, acaba de colocar no mercado o seu último modelo, com capacidade para 30 toneladas por hora. Mattos salienta que a demanda para este tamanho de máquina está crescendo devido ao fato de o TIS ser realizado pouco antes da semeadura. A logística da distribuição das sementes não pode ser afetada, pois as sementes devem chegar ao agricultor no momento certo para a semeadura.

Tipo: #linhaverde Publicado em 25/04/2019

Conhecimento

    O Dr. Bruno Scheeren, com mais de 30 anos na atividade sementeira, atua nos últimos anos como consultor junto aos produtores de sementes no processo de comercialização. Em conversa com a SEEDnews, salienta que, no ano de 2018, praticamente todos os lotes comercializados por ele possuíam o mínimo de 90% de germinação e 80% de vigor e, para 2019, estima que seja 100%. A demanda dos agricultores por sementes de alta qualidade tende a aprimorar o negócio de sementes.

Tipo: #linhaverde Publicado em 25/04/2019

Qualificação

    A colaboradora da SEEDnews na coluna de noticias de biotecnologia, Letícia Winke Dias, acaba de defender sua tese de doutorado sobre desempenho de tomateiros submetidos a estresse por alagamento. O país necessita de pessoal qualificado em tecnologias avançadas para continuar sendo um dos líderes do agronegócio mundial. Parabéns a Letícia por sua conquista.

Tipo: #linhaverde Publicado em 25/04/2019

Parceria

    O Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), em seu projeto de desafio de produtividade da soja, acaba de acertar parceria com a APROSMAT para avaliar a qualidade das sementes que os agricultores utilizam para instalar seus campos de produção. Esse quesito é um fator importante de produção, e seu conhecimento é essencial para alcançar altas produtividades. Até o momento, os agricultores do desafio utilizavam os resultados do teste de germinação, procurando utilizar lotes com mais de 90%. Com a parceria, os agricultores também serão informados sobre o vigor das sementes. Foto: Andreia Bernabé (Aprosmat), João Pascoalino (CESB) e Nayara Gonçalves (Aprosmat).

Tipo: #linhaverde Publicado em 25/04/2019

Acesso ao mercado

    Eduardo Zago, diretor comercial da empresa Petrovina Sementes, acaba de reestruturar o sistema de acesso ao mercado de sementes da empresa. A adoção das Sementes Prime, com 95% de germinação e alto vigor, aliado a alianças estratégicas com empresas do ramo de tratamento de sementes, possibilitou a adoção do acesso direto ao agricultor através de representantes técnicos de vendas (RTVs). Estes profissionais, em número de 22, para os estados de MT e RO, realizam as prospecções de negócios e a assistência técnica quando necessária. A fortaleza do produtor de sementes está na qualidade de seu produto e em sua capacidade de assistência técnica (logística e aspectos agronômicos).

Tipo: #linhaverde Publicado em 25/04/2019

Qualificação

    Simone Dellagostin, recentemente contratada pela empresa Sementes Estrela, acaba de defender sua tese de doutorado, abordando aspectos de qualidade de sementes e produtividade. A Sementes Estrela comercializa anualmente mais de 800.000 sacas de sementes de soja de 40Kg, requerendo pessoal qualificado para assegurar a qualidade das sementes que coloca no mercado. Sem dúvida, o uso de pessoal qualificado na obtenção, avaliação e manutenção da qualidade das sementes torna os processos mais eficientes.

Tipo: #linhaverde Publicado em 25/04/2019

Pioneirismo e tradição

    O comando da empresa de sementes E. Orlando Roos, de Não-Me-Toque – RS, pioneira na produção de sementes no estado e no país, está em sua terceira geração. Arlei Krüger, neto do fundador da empresa, atua como diretor executivo, sendo também o presidente da APASSUL. Em recente encontro com a SEEDnews, Arlei salientou que a empresa tem atuação em vários estados do país, disponibilizando para comércio mais de 800.000 sacas de sementes de soja de 40kg. Acessa o mercado por representação e por consultores para melhor atender o agricultor.

Tipo: #linhaverde Publicado em 25/04/2019

Arroz

    Valmir Menezes, reconhecido profissional que atua na cultura do arroz, salienta que, entre as práticas agronômicas utilizadas em arroz, ainda se falará por algum tempo sobre a densidade de semeadura, apesar desta já ter diminuído na última década, de mais de 100kg/ha para menos de 70 kg/ha. Para menores densidades de semeadura, há necessidade da utilização de sementes de alta qualidade, e estas, além de proporcionarem um melhor estande, também produzirão mais. Inegavelmente, a qualidade da semente é um fator de produção.

Tipo: #linhaverde Publicado em 25/04/2019

Rastreabilidade

    A Dra. Fátima Zorato, em suas palestras em dias de campo, está enfatizando a importância do controle de qualidade com rastreabilidade para melhor posicionar o agricultor. Este processo proporciona, além da transparência, os resultados de todos os testes, inclusive vigor, que necessita registrar a metodologia utilizada. Ela encerra suas palestras enfatizando que semente pirata não tem rastreabilidade. A Dra. Fátima possui uma agenda praticamente cheia, composta de palestras e consultorias.

Tipo: #linhaverde Publicado em 25/04/2019

SEEDnews